Abrazos, Mya^^

Abrazos, Mya^^
Abrazos, Mya
Mostrando postagens com marcador vida real. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador vida real. Mostrar todas as postagens

sábado, 14 de junho de 2014

"O que mantém um Casamento"



Mensagem:
Um famoso professor encontrou um grupo de jovens que falava contra o casamento. Eles argumentavam que o que mantém o casamento é o romantismo, e que é preferível acabar com a relação quando este se apaga em vez de se submeter à triste monotonia do matrimônio.
O mestre então lhes falou: "Meus pais viveram 55 anos casados. Uma manhã minha mãe sofreu um infarto e faleceu. Após o enterro, eu e meus irmãos nos reunimos com nosso pai. Num ambiente de dor e nostalgia recordamos os bons momentos. Meu pai disse: 'Foram 55 anos bons, sabem? Ninguém pode falar do amor verdadeiro se não sabe o que é compartilhar a vida com alguém assim.' Enxugou as lágrimas. 'Ela e eu vencemos juntos várias crises, vimos nossos filhos crescerem, choramos um ao lado do outro quando entes queridos partiram, oramos juntos em hospitais, nos apoiamos na dor, nos abraçamos em cada natal, e perdoamos nossos erros...Estou contente porque ela se foi antes de mim, não teve de viver a agonia e a dor de me enterrar e ficar só. Serei eu quem passa por isso, e sou grato a Deus. Eu a amo tanto que não gostaria que sofresse assim.' Quando meu pai terminou de falar, todos nos abraçamos. Naquela noite entendi o que é o verdadeiro amor. Muito além do romantismo, sem muito a ver com o erotismo, mas vinculado ao trabalho e ao cuidado a que professam duas pessoas realmente comprometidas."
Quando o mestre terminou, os jovens não puderam argumentar. Não conheciam esse tipo de amor.
Que Deus te abençoe e te guarde, e lhe dê a bênção de viver o verdadeiro amor.
-Anônimo.

>>>> Hoje quis compartilhar aqui essa mensagem que li, por dois fortes motivos:
1º) Só de ler a mensagem em si, já é uma grande lição de vida para o relacionamento à dois: o casamento - vida sentimental.
2º) Se lermos com atenção, a mensagem é linda, e trás grandes lições para nossa vida, mas....isso só é possível, porque o suposto professor, digamos que testemunhou ao grupo de jovens, compartilhando sua história de vida vivenciada, ou, presenciada com seu pai! Pense em como foi importante esse homem ter compartilhado esse trecho de sua vida com aqueles jovens, pois eles ficaram sem argumentos perante os fatos relatados!!
- Será que Deus não quer usar também sua história de vida, para ajudar outras pessoas que estão passando por problemas e confusões?!
Eu creio que sim!!Tudo o que passamos, pode de alguma forma contribuir para o nosso bem (aprendizado, amadurecimento, estrutura, experiência) e para o bem de outros (fortalecimento, fé, esperança)!
Orando ao Senhor, fui convencida pelo Espírito Santo de compartilhar minha história de vida com as pessoas...Isso pode chocar algumas...mas é para mostrar que não a vida estragada demais que Deus não possa transformar!!!
Conto minhas experiências de vida e meus testemunhos em meu blog pessoal:
www.vanessamichelle7ayeti.blogspot.com
mas aviso, prepare seu coração para passar a saber coisas que talvez você nunca tenha imaginado que eu tenha passado! Relato testemunhos fortes e marcantes, com fotografias na maioria das vezes. Deus vai impactar sua vida! ;)
Deixa Deus te usar também...compartilhe!!! ;)

Paz do Senhor o/

sexta-feira, 25 de abril de 2014

História de vida

Uma história para vocês refletirem... (não pessoal - contada - real)

Meu marido e eu temos trabalhado como autônomos e realizamos colheitas durante os últimos 12 anos. A maioria das pessoas não sabem o que é isso!
Somos proprietários de grandes maquinários chamados colheitadeiras; necessárias para a colheita de grãos. Alguns fazendeiros têm uma colheitadeira ou duas para realizar o trabalho, outros contratam colhedores para virem e realizarem tal tarefa para eles. Meu marido e eu possuímos várias máquinas, carretas e muitos caminhões de grãos, e fornecemos os trabalhadores no campo para uma colheita rápida.
Voltamos às mesmas fazendas ano após ano, mas esse é um trabalho sazonal. Começamos em Maio e terminamos em Novembro de cada ano. Como não podemos oferecer trabalho o no inteiro, cada temporada começa com novos empregados. Muitos homens vão e vem - da América, Nova Zelândia e até da África do Sul. Viajamos de estado à estado, moramos em trailers, trabalhamos todos os dias que o tempo permite e fornecemos todas as refeições (três refeições por dia, sete dias por semana). Essas pessoas tornam-se uma família. As horas são exaustivas, e ficamos meses sem um dia de descanso, portanto, é fácil nos esgotarmos.
Aqui é onde a colheita e a Mansão de Mentoria se colidem. Devi ensinou o princípio da mesa, e eu chorei durante o ensino todo. Um dos comentários que meu marido e eu fizemos muitas vezes com relação aos trabalhadores que viajavam conosco é: "Por que eles não saem da mesa?". Estamos exaustos. O horário de jantar pode ser meia-noite ou uma da manhã, mas lá estão eles reunidos à mesa. Comendo, rindo, recontando histórias do dia. Perdendo tempo. Tenho de admitir que isso, ás vezes, causou-me grande irritação. Eu pensava: "Eles não podemos conversar quando voltarem para os trailers? Não ficarão juntos o dia todo? Que coisa!".
Foi por isso que eu chorei. Eu sabia que esses homens eram um ministério, mas, às vezes, tive uma atitude muito ruim. Eles não sabiam disso! Eu mantinha o sorriso no rosto, tentava fazer boas refeições e interagir amavelmente. Sempre procurava ser uma boa anfitriã. Os trabalhadores eram tão agradecidos que, de vez em quando, até cumprimentavam de modo exagerado. Faziam com que as famílias me mandassem presentes de sua terra natal, tais como livros de culinária, panos de prato, marcadores de lugar com fotos de paisagens de casa, receitas favoritas; deram-me bijuterias feitas de conchas de sua região, meias de seu time favorito, estatuetas, cartões, e todas as expressões de gratidão. Como pude ser tão cega quanto à importância do meu trabalho?
Também ouvi muitas histórias de cortar o coração, compartilhadas por esses homens, a maioria de 20 anos. Um comentário como sobre ficar com frequência no carro durante a noite toda quando criança, enquanto o pai ficava no bar, receber um refrigerante e um pacote de batatas fritas, e ser deixado lá por horas...Comentários entre eles de como lidaram com o divórcio dos pais.
Quando reflito sobre algumas dessas coisas que esses homens compartilharam ,percebo como a mesa tem sido algo profundo. Quantas fotos tiradas em aniversários em que tentamos fazer algo especial, porque estavam tão distantes de suas famílias. A verdade é que fiquei cansada de fazer isso também.
Desenvolvi uma atitude ruim. Eu pensava: "estou cansada de todo esse trabalho". Estou refletindo sobre um jovem que largou de repente o trabalho este ano. Ele era da Nova Zelândia e tinha, mais ou menos, 25 anos. Ele tinha bebido e meteu-se em apuros. Assim ouvi da "fábrica de rumores" mais tarde. Ele bateu à parta do meu trailer, deu-me dois panos de prato que ele havia pedido para mandarem da Nova Zelândia e disse-me que estava esperando um taxi que o levaria ao aeroporto. Deu-me um abraço, lágrimas rolaram de seus olhos, e ele me disse que eu era a melhor pessoa que ele já tinha encontrado.
"Como podia ser?", perguntei-me. Ele mal me conhecia. Não tínhamos interagido muito. Eu havia preparado suas refeições nos últimos 3 meses. Eu o via (e mais umas 20 outras pessoas) na hora da refeição. O que fez com que ele pensasse que eu era tão boa? Podia ser outra presença além da minha? Uma pessoa que ele não reconheceu, não identificou, mas sentiu. Alguém que o aceitou e amou: o Pão da Presença, o próprio Jesus Cristo!?
Nunca falei isso em voz alta, mas costumava pensar que havia sido rebaixada de padrão. Eu era uma profissional. Passei meus 20 anos trabalhando em um grupo de contabilidade de petróleo e gás para uma grande empresa da Califórnia. Meu marido também trabalhou em outra empresa de petróleo, mas foi transferido para o Kansas. Por causa da transferência, voltei à faculdade e tornei-me enfermeira diplomada. Essa é a profissão que deixei para ajudar meu marido a fazer o que ele ama: colheita. Agora minha tarefa é ser assistente dele. Tenho trabalhado para apoiá-lo, não percebendo a importância do que faço. Foi o que Deus me revelou durante esse ensinamento do princípio da mesa. Eu esforçarei para lembrar-me de que é para Jesus que eu cozinho, e sempre O convidarei a vir à mesa.

Pense e reflita!
Deus te abençoe!
A Paz do Senhor o/